quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Histórico dos Princípios de Fundação do Lar Acolhida São Vicente de Paulo
Ozanan nasceu em Milão na Itália, mas logo após
seu nascimento, seus pais se mudaram para a França, onde ele cresceu e se
educou. De família humilde, sempre se dedicou aos estudos chegando a
doutorar-se em Direito e Letras, sendo nomeado professor da Sorbone, uma das
mais conceituadas universidades da Europa e do Mundo.
Criado num ambiente bastante religioso, que primava pela fé em Deus e a caridade, exercida principalmente por seu pai, Ozanan se manteve firme no ideal cristão e na sua grande devoção à Virgem Maria, a quem dedicava diariamente um terço. Foi assim, com uma vida de fé e devoção, exemplo de amor à família, ao próximo e a Jesus que Ozanan morreu precocemente no dia 8 de setembro de 1853, com apenas 40 anos, no dia da Natividade da Virgem.
Antônio Frederico Ozanan foi o criador da Sociedade São Vicente de Paulo, inspirada na vida e na obra do santo. A iniciativa foi tomada em resposta a um desafio feito por seus colegas de faculdade que lhe disseram ser fácil falar em cristianismo sem contudo fazer nada para resolver os problemas sociais dos pobres e oprimidos. Foi então que Ozanan se reuniu com alguns colegas, também católicos, para dar uma resposta à altura daquele desafio, iniciando uma obra de assistência espiritual e material às pessoas pobres, carentes, desafortunadas e infelizes.
Criado num ambiente bastante religioso, que primava pela fé em Deus e a caridade, exercida principalmente por seu pai, Ozanan se manteve firme no ideal cristão e na sua grande devoção à Virgem Maria, a quem dedicava diariamente um terço. Foi assim, com uma vida de fé e devoção, exemplo de amor à família, ao próximo e a Jesus que Ozanan morreu precocemente no dia 8 de setembro de 1853, com apenas 40 anos, no dia da Natividade da Virgem.
Antônio Frederico Ozanan foi o criador da Sociedade São Vicente de Paulo, inspirada na vida e na obra do santo. A iniciativa foi tomada em resposta a um desafio feito por seus colegas de faculdade que lhe disseram ser fácil falar em cristianismo sem contudo fazer nada para resolver os problemas sociais dos pobres e oprimidos. Foi então que Ozanan se reuniu com alguns colegas, também católicos, para dar uma resposta à altura daquele desafio, iniciando uma obra de assistência espiritual e material às pessoas pobres, carentes, desafortunadas e infelizes.
Fonte: Lar dos Velhinhos São Vicente de Paulo de Capivari
Biografia
Frederico Ozanam
(1813-1853)
Frederico Ozanam nasceu a 23 de Abril de 1813, em Milão (Itália). Filho de Jean-Antoine, médico prestigioso, cuja fama profissional não o impedia de assistir doentes indigentes, com o mesmo cuidado e afabilidade reservados aos pacientes da alta condição social, e de Marie Ozanam, também dedicada à assistência dos pobres e enfermos. Frederico respira desde o nascimento o profundo espírito de caridade compartilhado pelos seus pais.
Depois de uma infância muito protegida em Lião, Frederico entra no colégio em 1822 para começar os estudos secundários. Estudante brilhante e leitor insaciável, aos 17 anos conhece várias línguas: grego, latim, italiano e alemão, e inicia um curso de hebraico e sânscrito. De espírito sensível e preocupado, é apaixonado pelo estudo da Filosofia, consumindo-se com frequência numa investigação existencial e espiritual, que jamais abandonará.
Em 1831, Frederico, erudito jovem de província, chega a Paris para estudar na Sorbona. Em pouco tempo converte-se num assíduo frequentador dos ambientes intelectuais (entre os quais o salão de Madame Récamier) e começa a colaborar com jornais e revistas. Apesar da sua timidez e do comportamento simples, emergem com clareza tanto a sua profunda humanidade como o seu rigor moral: a sua imensa cultura, as suas opiniões actualizadas e o seu catolicismo empenhado tornam-no rapidamente uma personalidade relevante. Frederico dedica a sua formidável eloquência a moderar os debates sobre religião e política, num círculo literário estudantil chamado «Conferência de história», do qual é porta-voz. Certa tarde, depois de sair vencedor de um debate com um estudante socialista sobre o compromisso social dos católicos, anuncia a um amigo a intenção de realizar finalmente um projecto, que há tempo lhe era muito querido: uma «Conferência de caridade», uma associação de beneficência para a assistência dos pobres, «a fim de pôr em prática o nosso catolicismo».
Desta maneira, em Maio de 1833, com apenas 20 anos, Frederico funda, juntamente com seis companheiros, as Conferências de São Vicente de Paulo: «na época borrascosa em que nos encontramos, escreve ao seu amigo Ferdinand Velay, é bonito assistir à formação, acima de todos os sistemas políticos e filosóficos, de um grupo compacto de homens decididos a usar todos os seus direitos como cidadãos, toda a sua influência, todos os seus estudos profissionais, para honrar o catolicismo em tempos de paz e defendê-lo em tempos de guerra». Nenhum dos seus jovens fundadores podia imaginar o desenvolvimento que alcançaria esta pequena Sociedade benéfica, à qual Frederico se dedicaria, daí por diante, sem jamais poupar esforços.
Doutor em Direito (1836) e depois em Letras (1839), Ozanam inicia uma brilhante carreira universitária que o levará, em 1844, a tornar-se o titular da cátedra de Literatura Estrangeira na Universidade da Sorbona e a viver sem reservas a sua profunda vocação ao magistério.
Em 1841 casa-se com a jovem Amélie Soulacroix. Frederico Ozanam é, portanto, um homem profundamente inserido no seu tempo. Marido e pai, professor e literato, leigo comprometido, vive as diferentes dimensões da sua existência, com a mesma paixão e generosidade: vai pessoalmente aos bairros pobres de Paris e de outras cidades, promove a expansão das Conferências vicentinas no mundo, publica escritos históricos e literários, luta pela liberdade civil, política e religiosa, sofrendo pelos contrastes que dividem o mundo católico em facções políticas opostas, e tendo um coração cheio de ternura para com Amélie e Marie, sua filha. O seu caminho espiritual, sempre atormentado, conhece altos e baixos: Frederico julga não fazer o suficiente, e pede ao Senhor que o ajude a ser melhor, luta contra o orgulho até se esquecer do próprio valor.
Os primeiros sintomas do que seria uma grave infecção renal, confundida com uma enfermidade pulmonar, que o levaria lenta e dolorosamente a uma morte prematura, chegam-lhe de surpresa em 1846. Na tentativa de recuperar a saúde, Frederico passa algum tempo com a família na Itália, e é recebido em audiência por Pio IX. De retorno a Paris, Ozanam continua a dedicar-se, de corpo e alma, ao serviço dos seus alunos, ao jornal «Ere nouvelle», com o qual colaborou na sua fundação, aos pobres e aos trabalhadores.
A revolução de 1848 e o feroz debate no mundo político e católico só tornarão piores as suas condições de saúde. Em 1849, depois de ter sofrido um segundo ataque agudo do mal que o estava minando, Frederico começa a estar consciente do triste pressentimento. As suas actividades continuam de modo frenético. O seu anseio de conhecer e de participar leva-o a ignorar a dor física e, por vezes, até mesmo os conselhos dos médicos. Em Maio de 1853, de novo na Itália por motivo de saúde, a braços com a angústia de em breve ter que deixar os seus entes queridos, os sucessos profissionais e os debates políticos, mas pronto ao sacrifício, dirige-se a Deus: «Senhor, quero o que Tu queres, quero como o queres e por todo o tempo que o quiseres, quero-o porque Tu o queres».
Frederico Ozanam morreu na noite de 8 de Setembro de 1853, em Marselha, rodeado dos seus entes mais queridos, depois de uma agonia longa e dolorosa.
Este é o modelo de apóstolo leigo, erudito, empenhado e dedicado ao serviço dos mais pobres, que a Igreja apresenta a todos os fiéis, mas sobretudo aos jovens, durante a Missa presidida por João Paulo II, no dia 22 de Agosto, em Paris, na qual é beatificado Frederico Ozanam.
Digno de nota é o caso da cura milagrosa de uma criança brasileira, de apenas dezoito meses, afectada de uma grave forma de difteria, que nos primeiros dias de Fevereiro de 1926, em Nova Friburgo (RJ), obteve a graça por intercessão do Servo de Deus Frederico Ozanam. Esta cura foi reconhecida pela Junta médica da Congregação para as Causas dos Santos a 22 de Junho de 1995, e confirmada de modo unânime pelos Consultores teólogos, na reunião de 24 de Novembro do mesmo ano.
Fonte: http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_19970822_ozanam_po.html
domingo, 20 de maio de 2012
Mensagem para Pessoa Idosa
VELHO OU IDOSO
Você se considera uma pessoa idosa, ou velha?E você
que é jovem, como deseja chegar lá?Acha que é a mesma coisa?Pois então ouça o
depoimento de um idoso com 80 anos. Idosa é uma pessoa que tem muita Idade. Velha
é a pessoa que perde a jovialidade. Você é idoso quando sonha. É velho quando
apenas dorme. Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina. Você
é idoso quando pratica esportes ou de alguma outra forma se exercita. É velho
quando apenas descansa. Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho
quando seu calendário só tem ontens.O idoso é aquela pessoa que tem tido a
felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande
experiência.Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma
ponte entre presente e o futuro.E é no presente que os dois se encontram.Velho
é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir
experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão.Para ele,
não existe ponte entre passado e o presente, existe um fosso que separa do
presente pelo apego ao passado.O idoso se renova a cada dia que começa e o
velho se acaba a cada noite que termina.O idoso tem seus olhos postos no
horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina.O velho tem sua
miopia voltada para os tempos que passaram.O idoso tem planos.O velho tem
saudades.O idoso curte o que resta da vida.O velho sofre o que o aproxima da
morte.O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos
tempos.O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.O
idoso leva uma vida, plena de projetos e de esperança.Para ele o tempo passa
rápido, mas a velhice nunca chega.O velho cochila no vazio de sua vida e suas
horas se arrastam destituídas de sentido.As rugas do idoso são bonitas porque
foram marcadas pelo sorriso.As rugas do velho são feias porque foram vincadas
pela amargura.Em resumo, o idoso e velho são duas pessoas que até podem ter a
mesma Idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.Se você é idoso,
guarde a esperança de nunca ficar velho.
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